O único urso otimista.
Venture capital para tecnologia, com rigor de engenharia.
Como ler a fita
Esta fita roda num teleimpressor. Cada coluna é uma letra em ITA2, o alfabeto de 32 caracteres usado para programar o Manchester Mark 1 e o Ferranti Mark 1, os computadores em que Turing trabalhou.
O alfabeto
- A: 11000
- B: 10011
- C: 01110
- D: 10010
- E: 10000
- F: 10110
- G: 01011
- H: 00101
- I: 01100
- J: 11010
- K: 11110
- L: 01001
- M: 00111
- N: 00110
- O: 00011
- P: 01101
- Q: 11101
- R: 01010
- S: 10100
- T: 00001
- U: 11100
- V: 01111
- W: 11001
- X: 10111
- Y: 10101
- Z: 10001
- espaço: 00100
Clique numa coluna e o teleimpressor imprime a letra dela em cima. Digite no teclado e ele perfura as suas.
Algumas palavras abrem portas. Tente uma depois de electricbear.vc/pt/
Capital
Em 1936, Alan Turing descreveu uma máquina universal que só existia no papel. Doze anos depois, Manchester ligou a primeira. O mundo nunca mais desligou.
Entre o papel e a tomada passam anos. É neles que vivemos. Procuramos a tecnologia cuja hora se aproxima, o fundador que já a enxerga e o negócio que vai pagar a própria luz. Até lá, pagamos nós. Capital é isso: a corrente que chega antes da máquina.
Turing tinha um urso chamado Porgy. Porgy, the electric bear. No mercado, urso é quem acredita na queda. Este acredita em quem constrói.
- Orelhas: dois anéis, como as vias de uma placa de circuito.
- Olhos: dois LEDs quadrados. Verde quer dizer ligado.
- Nariz: um pequeno retângulo de cantos arredondados.
- Cabeça e orelhas: o mesmo traço.
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